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Sexta-feira,
21/3/2008
Delicado, vulnerável, sensível
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Eu tenho um personagem que se parece comigo, é uma pessoa delicada, vulnerável, sensível, uma pessoa para quem a ginástica é o pior momento da vida, não o melhor. Alguém que não é um modelo masculino "gatorade", gatão, sei lá. Porque eu sou uma pessoa atípica, fui um jovem atípico. Fui pai com 20 anos, com 15 anos meus amigos faziam coisas que eu não fazia, eu ia ao teatro, lia, declamava poemas. Estava muito na contra-corrente do que estavam meus amigos de geração. Achei que, apesar de o livro não falar nada de Rímini, ele poderia ter sido uma pessoa parecida comigo.
Hector Babenco, sobre a escolha de Gael García Bernal, em O Passado.
Postado por Julio Daio Borges
Em
21/3/2008 à 00h07
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