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Sexta-feira,
4/4/2025
Busca: "Joca Reiners Terron"
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* Carta ao amigo ausente
No ano em que completaria 80 anos, Hélio Pellegrino recebeu duas grandes homenagens. Literatura no Digestivo nº 223 de 20/4/2005 Leia
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* Monólogo com a sombra
Marcelino Freire não gosta quando o chamam de “marqueteiro”. Se pudesse, mandava exterminar toda a crítica. Literatura no Digestivo nº 175 de 14/5/2004 Leia
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* Digestivo nº 150
de 26/11/2003 Leia Mais
* Anzol de pescar infernos, de Ana Elisa Ribeiro de
Wellington Machado
Eu não tenho alma de corrimão / Eu sou mais do elo, da liga e do laço. O axioma íntimo é a tônica do mais recente livro de poemas Anzol de pescar infernos, de Ana Elisa Ribeiro. A busca incessante desses "elo/liga/laço" a que se refere a autora diz respeito, em grande parte, às relações afetivas e suas implicações - humanamente complexas, como sabemos. O livro pode ser lido rapidamente, de uma vez. Alguns poemas saltam das páginas como borboletas pequenas e ligeiras. Mas a aparente simplicidade e concisão dos poemas não merece uma leitura afoita, pois a maioria deles não fecha um ciclo em si, eles transcendem no leitor, convidando-o a aliar imaginação e memória, criando suas próprias divagações. Coluna nº 3893 em 13/12/2013
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* Recuerdos da Fliporto de
Julio Daio Borges
Como vocês sabem, eu sou um assíduo freqüentador da Flip, também crítico contumaz da Festa Literária Internacional de Parati. Assim, parece que de tanto falar sobre, me convidaram para a Fliporto deste ano. Como o próprio nome já indica, a Fliporto é igualmente uma “Festa Literária Internacional”, só que no balneário de Porto de Galinhas (no estado de Pernambuco, próximo da capital Recife). Coluna nº 2386 em 25/10/2007
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* Leitor bebum começou com um gole de
Ana Elisa Ribeiro
Quando alguém comenta que “o brasileiro não lê porque o livro é caro”, sempre questiono: fala sério, se livro custasse mais barato, você acha que as pessoas leriam mais? Pense nos seus amigos, parentes, colegas... Leriam mais? Em Belo Horizonte eu sempre completo com a constatação: você prefere comprar livros ou pagar 200 reais de conta no bar? A resposta é quase sempre em prol da “dolorosa”. Coluna nº 2344 em 17/8/2007
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* Dar títulos aos textos, dar nome aos bois de
Ana Elisa Ribeiro
O quanto é importante saber dar nome a um livro ou a um texto? O nome da obra pode impulsionar as vendas, mesmo que depois alguém acuse o autor de estelionatário. Dizia uma professora minha, assim como muitos mestres dizem, que os títulos devem resumir a idéia principal do texto. Aprendi na marra que eles servem também para fazer ironia, ajudam a arrematar a idéia e a entender o texto. Fazer títulos é uma arte. Coluna nº 2155 em 27/7/2007
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* Os livros que eu ganhei de
Ana Elisa Ribeiro
Os livros são os presentes mais imortais que a gente ganha. São assim como se ganhássemos uns dias a mais de vida. Quando alguém nos enterrar, os livros vão dar trabalho. São pesados, são empoeirados, são, no entanto, a materialização do nosso gosto. São o histórico dos nossos trajetos intelectuais. São testemunhos dos caminhos pelos quais passaram nossos olhos. Coluna nº 2075 em 22/11/2006
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* Entre os novos autores, uma artista de
Rafael Lima
Só Mariana Newlands parece capaz de colocar todo mundo debaixo de seu guarda-chuva, de bolar uma identidade ao mesmo abrangente e inconfundível, que vá garantir que todos os autores sejam reconhecidos pela mesma chancela. Uma espécie de marca de qualidade: onde o leitor titubeia ante um escritor que ainda patina em seu ofício, a capa dá aquele empurrãozinho que faltava para a aquisição do livro. Coluna nº 1936 em 30/5/2006
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* De como alguns de nós viraram escritores de
Ana Elisa Ribeiro
Blog: foi essa interface simples e gratuita que alavancou a produção, mais do que de escritos, de escritores. Houve quem quisesse dizer que estava ali uma geração autocentrada. E não é que é? Fazer o quê? Em alguns casos, funcionou. A internet e as editoras portáteis para fins particulares foram parceiras. Galgamos, alguns, os degraus das editoras conhecidas. As almas não eram, de fato, pequenas. Coluna nº 1918 em 24/5/2006
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* Escrever ou ser mulher de
Ana Elisa Ribeiro
O que interessa hoje é que as meninas aparecem. E, por uma série imensa de fatores, têm uma "pegada" singular nos textos e fazem sucesso em meio à mesmice testosterônica. No entanto, também acontece de elas acharem que, para ocupar o espaço conquistado, precisam virar homens. Eis o pecado. Foram tantos séculos de silêncio... que é preciso fazer questão de ser mulher pra escrever. Coluna nº 1482 em 17/11/2004
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* Parati, Flip: escritores, leitores –e contradições de
Julio Daio Borges
Eis a contradição mais flagrante da Flip (Festa Literária Internacional de Parati): os escritores, por timidez ou por algum outro motivo, optaram pela escrita como profissão; não previam, porém, eventos literários e muito menos uma festa dessa magnitude, em que fossem – justamente ao contrário do que sempre foram – o centro das atenções. Se me contassem, eu não acreditaria. Coluna nº 1400 em 16/7/2004
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* O Joca me adora Post nº 1004 em 1/9/2006 à 00h47
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* Entrevista com Douglas Diegues
"El portunhol selvagem brota de la nada como flor selvagem de la buesta de las vakas. Soy apenas el inbentor de um concepto de portunhol selvagem, um portunhol salbahem enquanto habla y escritura y non-lengua. Um concepto falsificado, paraguayensis, pero que nim Borges y suos acólitos nim los kapos de Oxford ou de la Sorbonna lo podem refutar. Porque de hecho el portunhol selvagem se hay inventado a si mesmo em distintas épocas, antes y después de la Guerra de la Kuádruple Alianza." Entrevista nº 28 por Julio Daio Borges em 1/1/2009
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* Entrevista com Ana Elisa Ribeiro
"Eu faria quase tudo de novo, do mesmo jeito. Houve infelicidade no meio do caminho. Minha vida se misturou completamente com a internet. Também houve momentos de extrema confusão, quando me tornei um personagem. E houve momentos de felicidade. Mas é tudo tão cruzado que perdi a noção do que seria viver sem a Rede. Quero dizer isso sem nenhum deslumbramento. Para se ter uma idéia, conheci meu marido na internet." Entrevista nº 24 por Julio Daio Borges em 4/8/2008
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* Entrevista com Márcio-André
"Eu acredito num valor ambíguo da internet, que tem menos a ver com ela do que com seus usuários. Seu grande mérito está na possibilidade de independência do escritor dos canais formais de difusão e produção, sejam estes as editoras, a academia, a imprensa — tradicionalmente responsáveis por 'atestar' aquilo que deve ser lido. Não há um julgamento. Não há, também, certo ou errado." Entrevista nº 20 por Julio Daio Borges em 4/2/2008
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* Discordo do Joca... de
Neide Pessoa Comentário nº 8056 de 1/9/2006 às 15h28 Leia
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* Antonio Pokrywiecki lança livro de contos que explora a consciência atormentada de uma geração Sugestão nº 24609 em 5/6/2024 às 18h30
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Resultados
* 2 Nota(s) do(s) Digestivo(s)
* 1 Rodapé(s) do(s) Digestivo(s)
* 9 Coluna(s)
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* 3 Entrevista(s)
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Julio Daio Borges
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