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COMENTÁRIOS
Quinta-feira,
25/6/2009
Comentários
Leitores
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O fragmento literário
Usa-se o fragmento consubstancial para o entendimento do texto. Uma análise fragmentada e mais consistente do que olharmos apenas o primeiro capítulo.
[Sobre "O primeiro parágrafo"]
por
Manoel Messias Perei
http://www.pop.com.br
25/6/2009 às
07h41
189.79.198.142
(+) Manoel Messias Perei no Digestivo...
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As delícias da língua
Marta, adorei o texto! Também tenho muito interesse por esses regionalismos linguísticos. E, curiosamente, há poucos dias assisti a uma conversa do meu filho (que já mora em São Paulo há alguns anos) com minha mãe, francana-quase-mineira (Franca, no interior de São Paulo, tem características culturais de Minas, pela proximidade regional e origem histórica). "Vó, eu também chamava de estalinho, mas em São Paulo chamam de biribinha."
E aquelas lagartas peludas, que queimam a pele? Lá são mandruvás, taturanas! E as deliciosas bolachinhas feitas para comer com café? Quitandas! Não é um barato? Parabéns e abraços.
[Sobre "Palavras que explodem no chão"]
por
Roberta Resende
24/6/2009 às
18h50
200.161.73.158
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Privado e privada
Política, porque falta ética, honestidade, competência e imparcialidade. O público sendo tratado como privado e privada. O país é rico, mas o poder é pobre e podre. [Jacareí - SP]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Eduardo Maximiliano
24/6/2009 às
14h28
189.54.250.120
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Guloso vira vilão
Comida mineira feita em fogão a lenha, hum... Só o feijão, feito neste fogão, passa de coadjuvante a protagonista. Só o guloso vira vilão. [Jacareí - SP]
[Sobre "Promoção Gourmet"]
por
Eduardo Maximiliano
24/6/2009 às
14h26
189.54.250.120
(+) Eduardo Maximiliano no Digestivo...
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Mercado abriu as portas
De certa forma, sim, o mercado abriu as portas para o mundo e o mundo abriu as portas para nossa cultura. Um exemplo: a telefonia foi realmente democratizada, inicialmente telefone fixo e atualmente os celulares estão ao alcance de todos. [São Paulo - SP]
[Sobre "Promoção Mundo Plano"]
por
raphael boaventura
24/6/2009 às
14h24
143.107.91.34
(+) raphael boaventura no Digestivo...
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Política insolúvel
Com certeza, a política. A econômica digamos que passa rápido. Agora, a política, já vem de anos, e até agora tá difícil de ser resolvida. [São Paulo - SP]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Wagner Aparecido
24/6/2009 às
14h20
189.95.57.137
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Com força total
Perguntinha difícil, pois as duas crises estão com força total, mas acho que a política é ainda pior, pois não permite sequer que problemas da econômica sejam verdadeiramente solucionados, já que consome energia dos mecanismos que deveriam a estar tratando e abala a moral de todo o governo. [Belo Horizonte - MG]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Viviane Andrade
24/6/2009 às
11h09
189.107.209.205
(+) Viviane Andrade no Digestivo...
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Show de horrores
Maior crise do Brasil é a política. Muitos escândalos e muita gente possando de defensor da lei e da ordem. Um verdadeiro show de horrores. Em Brasília e no inferno, todos são inocentes. [São Paulo - SP]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Luiz Cardoso
24/6/2009 às
11h08
200.100.83.246
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Disparidade social...
A maior crise do Brasil continua a ser a econômica, ainda temos muita disparidade social... [Vinhedo - SP]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Simone Aparecida
24/6/2009 às
11h07
201.26.40.56
(+) Simone Aparecida no Digestivo...
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Na mente das pessoas
A principal crise no Brasil atual acontece na mente das pessoas, assim como no resto do mundo. Com a revolução tecnológica, monitorar tudo o que se passa no congresso, nas grandes empresas, em estatais como a Petrobras ficou muito mais fácil. A troca de dados de um lado ao outro do mundo certamente é uma ferramenta muito útil, mas as pessoas parecem não saber lidar com isso. Com esta ferramenta as pessoas ao invés de monitorarem o que realmente deveriam se preocupar, estão se preocupando com futilidades. Será que não era a hora de regulamentar a internet? Por exemplo: os downloads. Ontem vi no jornal que uma mulher foi condenada a pagar 2 milhões de dólares por ter baixado "ilegalmente" 80 músicas. Que pessoa neste país poderia dizer que nunca baixou uma música na internet? E no mundo? Será que 5% de todos os usuários da internet pagaram os devidos direitos autorais das músicas que fizeram download? Me preocupo com o dia em que fecharão as bibliotecas, porque elas divulgam informação de forma "pirata" para as pessoas que têm acesso a ela sem pagar os "direitos autorais devidos". Está na hora de aprendermos a lidar com a revolução digital e compensar financeiramente os detentores dos direitos, mas não da forma absurda que eles cobram. Certamente essa é a maior crise que afeta o mundo: quais os limites do compartilhamento de arquivos? Se você não lucra nada ao compartilhar é como se você estivesse emprestando um CD a um amigo ou é como se você estivesse ferindo o direito das grandes multinacionais? Passar um e-book a alguém é como pegar um livro emprestado na biblioteca ou furtar uma livraira? Será que o povo não deveria ter acesso universal à cultura? [Cabo Frio - RJ]
[Sobre "Promoção Crash de 1929"]
por
Carlos Barreto
24/6/2009 às
11h06
200.220.202.2
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Julio Daio Borges
Editor
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