Pré-Hefner, pré-Gugu, pré-Rufo | Jean Scharlau

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Sexta-feira, 11/7/2003
Comentários
Leitores

Pré-Hefner, pré-Gugu, pré-Rufo
Olha Julio, esta é uma charada barata: fácil de matar. Em 1946 não existia a Playboy, a Capricho, a Ele e Ela, a Contigo. Não existia a tv. No cinema passavam filmes para a família; Carlitos era ousado. As rádios tocavam marchinhas e sambas-canção, novelas moralistas (se é que já as havia) e noticiários sóbrios. Por um lado, lia-se mais livros. Por outro, havia carência extrema de qualquer informação bem definida e expressiva que tratasse da temática sexual e amorosa, ou a explorasse de um modo não sofisticado. Esta lacuna foi preenchida por Nelson Rodrigues, e seu texto conseguia, se não satisfazer, instigar e corresponder-se com as expectativas de homens e mulheres. Depois o tema sexual-amoroso-popular tornou-se um imenso e segmentado mercado. Que tal este tema para um ensaio?

[Sobre "Digestivo nº 139"]

por Jean Scharlau
11/7/2003 às
21h20 200.203.38.51
(+) Jean Scharlau no Digestivo...
 
A "lavagem" de Lulu Santos
Quer dizer então que o subproduto de Lulu Santos é arte? Achava que era mercadoria. Agradeço ao articulista pelo esclarecimento. P.S. Aos incautos, aviso que se trata de uma ironia.

[Sobre "Lulu Santos versus Faustão"]

por Fabio Cardoso
11/7/2003 às
08h43 200.186.151.97
(+) Fabio Cardoso no Digestivo...
 
Matrix é internet
Matrix é a linguagem da internet. Rica em possibilidades mas que nos induz a superficialidade. Fragmentado. Agradável aos olhos. Para saber mais é preciso clicar mais: seja no site, animatix ou em outro meio que ainda há de vir.

[Sobre "Matrix, Reloaded e Revolutions"]

por Patrícia Machado
9/7/2003 às
17h35 200.206.165.209
(+) Patrícia Machado no Digestivo...
 
Bem redigido
Bem redigido, o texto. Gostaria de mais informações sobre o próprio Cyrano. A citada obra é acessível?

[Sobre "Cyrano de Bergerac"]

por lério
9/7/2003 às
12h26 200.198.147.29
(+) lério no Digestivo...
 
Gostei muito
Muito informativo, bem escrito, claro e objetivo. Gostei muito.

[Sobre "O cinema mordaz de Billy Wilder"]

por Iara Sydenstricker
8/7/2003 às
16h01 200.187.7.193
(+) Iara Sydenstricker no Digestivo...
 
Que recém-chegado sabe sair?
Metade da população mundial viver na pobreza-miséria é horrível. Já metade da população mundial viver acima da linha de pobreza-miséria é ótimo. Isto quer dizer que está um por um. Se um do lado de cá alcançar a mão e içar um do lado de lá, a balança pende menos de um bilionésimo, agora se cada um do lado de cá estender a sua mão e içar apenas um do lado de lá, nós trazemos todo mundo, colocamos o barco no prumo. Não sou um conhecedor de história, mas parece-me que já estivemos várias vezes em situações bem mais desproporcionadas e para pior. Como aumentamos muito em número, ficaram mais evidentes a pobreza e a riqueza, salta mais aos olhos a disparidade e os problemas advindos daí. Não recomendo o conformismo, nem o pessimismo, sequer o realismo, ou o otimismo, todos causas de imobilismo, mas um pragmatismo positivo, para consigo e para com os outros, e que dentre esses outros esteja um dos outros aqueles, que afogam-se sob a linha da pobreza, a linha que demarca nosso medo, o medo de que ao estender a mão seremos puxados para baixo. Este medo não tem razão, porque quem se debate sob a linha d'água quer é ser guindado e não afundar outro. Quanto à pobreza e ao empobrecimento/embrutecimento cultural especificamente, sim é um fato, porém em grande medida por conta da imensa quantidade de informações disponíveis, o que tende a levar a uma impressão generalizada de banalização. Quando há super oferta o preço fica vil, joga-se a mercadoria fora, deixa-mo-la apodrecer, e quando tudo nos parece valer pouco ou nada, as próprias referências ficam prejudicadas, já não se fazendo muita distinção entre grama, litro, ou metro. O caos, ao perdurar, leva ao vazio, que leva à necessidade, que leva à busca, que volta a por preço no que é buscado. Uma vez, não há muito tempo, só tínhamos rádios AM e dois ou três canais de tv, não muito diferentes do que há hoje, e sobrevivemos. Depois vieram as FM, mais canais de tv e os vídeo-cassetes. Até hoje, com a tv por assinatura, o cd e o dvd, parece-me continuarmos quase na mesma. O que faz diferença é a internet, ainda pouco usada. O resto continua sendo, na quase totalidade, entretenimento e colonização. O i-reality show perfeito é o ser ibopapável olhando na tv seu brother, que em frente à sua big tv olha outro brother, que em frente à sua tv olha outro brother e assim por diante.

[Sobre "A pobreza cultural nossa de cada dia"]

por Jean Scharlau
7/7/2003 às
05h36 200.180.176.167
(+) Jean Scharlau no Digestivo...
 
Cuidado com o amor virtual
olha minha historia de amor virtual: no dia do 12/05/2002, conheci um homem q parecia maravilhoso, eu tinha acabado de sair de uma historia de 5 anos, ele foi um amor comigo, ate q depois começou a mostrar sua verdadeira face deu varios golpes em minha cidade e agora ninguem localiza ele. portanto quero pedir as pessoas q tomem cuidado com esta historia de amor virtual, peço q curem suas carências primeiro p/ depois acreditar nas historias q sao contadas nas salas de bate papo ou em sites de relacionamento. cuidado pessoal, o relacionamento tradicional ainda e o melhor, zele pelo seu bem estar afetivo. cuidado com os principes encatados virtuais, pois eles podem se tornar verdadeiros sapos...

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por luciene
6/7/2003 às
16h30 200.175.154.202
(+) luciene no Digestivo...
 
A Passarela do Preconceito
Ótima a crônica. Finalmente alguém fugiu do "politicamente correto". Os próprios GLS é que alimentam o preconceito. Aliás uma posição muito cômoda. Só assim podem obter ajuda do Estado e fazer uma cidade de passarela. Eles querem é flash!

[Sobre "Preconceito invertido"]

por Jean
6/7/2003 à
00h36 200.247.89.11
(+) Jean no Digestivo...
 
Por um outro Da Vinci
Ao que parece, este texto mostra nada mais óbvio, que Leonardo Da Vinci era antes de tudo um homem normal mais do que muitos, e também um grande artista. Seus inventos, loucuras, desenhos, obras inacabadas e outras citações, refletem a banalidade despretenciosa de qualquer pessoa dotada de uma certa dose de sabedoria e que é despertado para pensar,analisar, escrever, mostrar ou não. Enfim: - Jamais saberemos o que este artista pretenderia com seus feitos. O que nos interessa e sabemos sem suposições é que Da Vinci usou também seus dons durante toda a sua existência realizando preciosas obras de arte de talento tão grandioso, que todos os homens atuais, artistas, críticos, leigos, deveriam ter o direito de parar por alguns instantes e somente "apreciar" a beleza imensurável de cada obra sua. Talvez seríamos menos problemáticos, mais felizes, menos pobres e menos juízes das mentes alheias.O resto, não nos interessa mais. Passou, nunca ninguém saberá dizer o que Da Vinci pretendia com suas "loucuras". A beleza grandiosa que ficou impressa em suas obras, esta é que nos interessa. É infinita

[Sobre "Por um outro Da Vinci"]

por Ana Ascencio
5/7/2003 às
02h07 200.171.251.245
(+) Ana Ascencio no Digestivo...
 
Palhaçada
É verdade mesmo, Fabio. Eu nunca vi tanta gente malhar o Michael Moore como aqui no Brasil. Nosso povo não vale nada, mesmo... Concordo que o Moore pode não ser lá tudo isso, que tem o rabo preso ou que faz jogo de cena... Mas daí a só meter o pau no cara é demais! Se Moore fosse um francês, os brasileirinhos todos aplaudiriam seus discursos....

[Sobre "A Oposição Adestrada"]

por Juliano Maesano
4/7/2003 às
12h46 200.158.145.103
(+) Juliano Maesano no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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